quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Ouvir e calar, a melhor terapia!

Ouvir BEM sem depois "corromper" os assuntos. 
Eis como cada um de nós pode paralisar a disseminação do MAL! 

Outrora as fofocas chegavam devagar, lentamente, uma de cada vez. Ter conhecimento de uma situação que se passava com alguém de Lisboa, quem morava em Sintra tinha que esperar que a pessoa fizesse a viagem e lhe fosse lá dizer. 
Agora com a internet, a evolução das tecnologias nos diferentes canais de comunicação, com as redes sociais, passamos a saber TUDO, ao mesmo tempo, coisas sem qualquer importância (como a marca do champoo que usa o Trump, o divórcio de determinada estrela de cinema, o vestido que usa, a cor com que pintou o cabelo..), coisas demasiado importantes do mundo, desgraças, guerras, etc. Tudo junto, com a maior intensidade, diariamente, a cada momento. 
Acontece que, se ouvirmos tudo e repetirmos por todo o lado, vamos dar por nós a aumentar e a distorcer os assuntos (quem conta um conto acrescenta um ponto). Porque ao ouvirmos sucede que cada um de nós pode dar uma interpretação diferente, pode assimilar um entendimento completamente equivocado da situação. Por isso é necessário interiorizar o que ouvimos, verificar a importância que terá para nós, tentar constatar a veracidade, VIGIAR os nossos pensamentos em relação à situação e só depois, de preferência, CALAR A MAIORIA DO QUE OUVIMOS, para não cairmos no erro tremendo, que vai afectar em primeiro lugar a nós mesmos, fazendo-nos perder a calma, provocando-nos doenças, levar-nos no turbilhão da maledicência e em última análise e consequência, contribuirmos para o MAL. 
Na dúvida (o que ouvimos nunca é verdade absoluta), o melhor sempre é SILENCIAR!

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